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"Se for falar mal de mim me chame, sei coisas horríveis a meu respeito" (Clarice Lispector)
Sempre muito me chamou atenção, principalmente em filmes, a facilidade com que os americanos, em particular os policiais, se referem aos pontos cardeais. Se alguém pede uma informação logo vem algo do tipo: você segue a oeste cinco ruas, depois vira para leste na rodovia principal, anda mais algumas milhas, só eles usam as excludentes milhas, depois retorna noroeste mais algumas quadras.







A República foi proclamada em 15 de novembro de 1889. Porém, você sabe o que aconteceu meses antes do fim do Império? Com linguagem irreverente, o autor revela os fatos que antecederam a expulsão de dom Pedro II e da família imperial – como a ascensão da cafeicultura, a promulgação da Lei Áurea, a Guerra do Paraguai, o baile da Ilha Fiscal, a briga entre a maçonaria e a Igreja Católica, a revolta dos militares –, apresenta os personagens que participaram da queda da Monarquia, faz um panorama da sociedade brasileira do século XIX e conta a história dos hinos e da bandeira nacional.
Teve uma vida maravilhosa, uma família linda e equilibrada. Claro, problemas normais de uma existência sempre apareciam; aconteceram brigas, discussões, caras feias, maus humores. Mas sempre acabava bem, entre lágrimas e sorrisos sempre se amaram. Passou aperto de dinheiro, salário muitas vezes mal chegava ao fim do mês. Dava-se um jeito. Algumas doenças entre entes queridos, chorou a perda de amigos e parentes, passou por tudo que todos passam, pelo muito que a vida nos reserva de bom e de ruim. No seu balancete, muito mais coisas boas do que ruins. Num campeonato de desgraças, caso existisse nunca estaria no G4, sempre, para sua felicidade, pendurado na zona de rebaixamento.