quinta-feira, dezembro 16

30 anos de vet


Amostra de um dos dias de festa. Irmãos-brother compadres forever! A camista do Vapa é do encontro de 29 anos, ano passado pois, em Ribeirão Prêto.
Prometo, fotos melhores virão, só estou esperando o pessoal enviar.
De uma turma de 48, 21 vieram. Quem veio (re) viveu, quem não veio perdeu!

Parte de turma

Professor Lemos
nosso mestre de Biofísica e bioquímica e também diretor
da Escola de Medicina Veterinária à época

quarta-feira, dezembro 15

Esperteza?

A pobre Galo-do-Campo teve seus ovos destruídos e substituídos pelos do Melro.
Sem saber cria filhotes alheios com extremo carinho.
Tem bicho que age como humanos, nos dois sentidos.




Fotos feitas domingo agora na porta de casa, à sombra do jambolão.

Romã

Chegou ontem, ganhei de Bia.
Lindo e bem novo bonsai de Romã. Aguarda em canto a chuva parar para que possa ser levado ao seu lugar definitivo.

domingo, dezembro 12

Plágio (Parte 2)




Aqueles que prezam a criatividade como o principal valor artístico esforçam-se para personificar esse valor e abominam todo tipo de plágio; aqueles que enfileiram justificativas para o plágio, tentando atenuar o juízo do público sobre ele, aceitam o caminho mais fácil da cópia supostamente aperfeiçoada e fazem um desserviço à arte. Sérgio Barcellos Ximenes in Roteiro Romanceado - www.roteiroromanceado.com


Gente disposta a roubar obras alheias existe desde que o mundo é mundo.
A internet que tudo dá, também sabe muito bem tirar e já conta com mecanismos para descobrir esses vampiros de ideias. Aqui aponto alguns que poderão ser úteis àqueles que não gostam de ver suas ideias compartilhadas sem autorização e muito menos deslavadamente roubadas por pessoas mal intencionadas e vazias de intelecto e ética.

Começo pelo Copyscape. Este site oferece um programa de busca por meio de endereço do texto original a ser procurado, também oferece banners de aviso. Sabemos que para o plagiador por natureza esses avisos, assim como as licenças disponibilizadas pelo Creative Commons, e nada são a mesma coisa, porém, em caso de ação judicial, elas podem reforçar o processo contra o fraudador.

Outra ferramenta contra plágios é o Doc Cop. Aqui é exigido registro e se você não for fluente em inglês pode ter alguma dificuldade. Aparentemente, a ordem no Doc Cop é complicar. Mas os resultados finais são satisfatórios.
O programa mais amigável e que apresenta ótimos resultados é o Plagium. Esta ferramenta gratuita foi a que se mostrou a mais eficiente. Se você publica na web, não pode deixar de fazer uso dessa incrível caçadora.

Ao se deparar com suas obras copiadas, é importante seguir alguns passos:
Não se esqueça nunca de copiar a página da web onde se encontra o plágio, para tanto, tecle print screen. Aí, use a arma do plagiador no Paint: ctrl c. ctrl v e salve a tela como imagem. Esta é mais uma prova do furto, pois mesmo se o cidadão apagar o site ou blog, você fica com a prova do delito.

Se a opção for por uma ação judicial, aí o assunto é com os advogados especializados em direitos autorais, que podem assumir a causa. Mas o importante é denunciar. Os sites de relacionamento tipo Twitter, Facebook, Orkut, MSN são também ótimos aliados para espalhar o que está acontecendo, conte o fato, repasse os endereços. Muitos de seus contatos certamente vão até o local e outros tantos vão escrever para o plagiador notas de desagravo, na maioria das vezes a vergonha de ser desmascarado faz com que o cidadão tire as cópias do ar, caso isso não aconteça, o caminho é a justiça.

Um artigo imperdível é o “Caçador de Plágios”, publicado online no site da Agência Fapesp, onde grupo liderado pelo professor Harold Gardner, do Centro Médico da Universidade do Sudoeste do Texas, apresenta programa por ele desenvolvido exatamente para auxiliar a reduzir a nefasta prática do plágio que assola as ciências e as artes.
Finalizando, nunca é demais reforçar que plágio é crime previsto em lei. A legislação pode ser encontrada no site da Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos - lá a Lei dos Direitos Autorais está na íntegra. O site literário Blocos online tem uma seção inteira sobre o assunto. Para localizar os sites citados aqui no texto, basta jogar no Google e boa sorte.





Publicado em Jornal Correio de hoje veja AQUI em pdf

E AQUI no site do Jornal

sexta-feira, dezembro 10

3 solos



For the full program and to access multi-show discounts visit www.dancemassive.com.au

Metamorfoseando

Em constante mudar, agora mirando os céus em busca dos seus,
de sedenta ave, se torna agora multicolorido louva-a-deus




quinta-feira, dezembro 9

Doce Quintana

Recebi de Marília Cunha
Clica na imagem. Putz, acho que nem precisa falar isso mais

Austrália - Dancehouse

Maninha cruzando mundo.
Admiração/Orgulho/de/mano

Clica que aumenta



  • Veja mais AQUI
  • Um pouco mais da mana AQUI

quarta-feira, dezembro 8

terça-feira, dezembro 7

domingo, dezembro 5

Plágio (Parte 1)



E não é que para meu espanto e susto dei de cara em vários lugares da web com textos meus literalmente copiados por um mesmo certo cidadão? Até longe, em um jornal do norte de Minas achei meus escritos.

A primeira sensação foi de raiva. Senti-me extremamente ferido por agressão tão torpe. Que tipo de pessoa pode ser tão baixa a ponto roubar algo muito mais valioso do que metais para quem os cria? Afinal, quando escrevemos colocamos ali mais do que simples letrinhas e regras gramaticais. Aliás, estas, feitas para serem prazerosamente burladas cada vez que inventamos uma palavra que só existe em nosso imaginário. De imediato consultei amigos, juristas e especialistas além, é claro, de divulgar aos quatro ventos não apenas os locais onde esta usurpação indevida se encontrava, mas onde também podiam ser vistos meus originais.

Para espanto maior, ainda fui descobrindo que a mesma pessoa copiava não apenas textos meus, mas de outros autores, com uma cara de pau tão grande que me deixou estarrecido. A sua principal mina era o nosso jornal CORREIO online.

Esta atormentada alma, que se diz jornalista, com um descaramento difícil de se ver, se apoderava de nossos textos que ia encontrando pela internet e, e em alguns, fazia pequenas modificações para tentar mostrar alguma familiaridade com ele ou simplesmente tudo copiava e fim. Se no começo houve raiva, revolta, depois ficou um sentimento de dó. Aquele tipo de pena que sentimos por quem não conhecemos, mas que nos informam que anda a padecer de doença grave e terminal.

Quem se propõe a roubar arte de outro deve ser um inválido intelectual. Vive um limbo existencial, a se enganar e a grupo de pessoas que acreditam que ele é capaz de criar. A frustração de ver produções literárias ou técnicas de outros levam indivíduos assim a sentirem-se menores. Mas como diz o sábio ditado: as mentiras, as farsas, duram pouco, tem perna curta. Gente assim nunca vai conseguir enganar a todos o tempo todo. Um dia a casa cai. Por menos escrúpulos que um plagiador contumaz possa ter o maior castigo para ele não é exatamente um processo judicial, se bem que esse não deve ser descartado, mas o pior mesmo é ele ter que conviver consigo mesmo, todo dia, todos os anos, até o fim de seus dias, com suas mentiras a lhe martelarem a mente.

Outro fato, porém, que passa longe do pensar do crônico copiador de ideias, é que a grande maioria dos meus escritos não é tão fantasia assim, são na verdade fatos ocorridos, ouvidos, vistos, poetizados. Muita verdade, pouca ficção, por mim vivida e única e, portanto, pessoal e intransferíveis.

Pode-se copiar textos, furtar ideias, mas não se copia vida. Como deve ser oca, cinzenta e triste a existência de quem assim age.

Até no ocorrido encontrei alguma alegria. Das muitas mensagens de apoio, repulsa e menosprezo pelo ladrão de ideias, me saíram com essa que adorei: "Que é cara de pau e mau caráter não resta dúvida, mas, pelo menos, tem muito bom gosto". Agradeço a força.

E a todos que se dão ao trabalho de plagiar, de tentar viver algo que não lhes pertence, meus sinceros sentimentos.
Pretendo voltar a este assunto e mostrar que, se a internet “facilita” a vida desses desfavorecidos na arte de criar, a mesma web fornece ótimos mecanismos para desmascará-los. Enfim, cai o pano.




Publicado originalmente no Jornal Correio veja aqu, em pdf ou aqui


Um pouco da história que gerou a prosa acima pode ser vista aqui no blog acompanhando os links abaixo

http://bit.ly/hIfuYS
http://bit.ly/fL0ww3
http://bit.ly/aQSVS

Imagens do famigerado plágio

terça-feira, novembro 30

Veneza dos sonhos

Clique no texto para ampliá-lo





Publicado em JN Gazeta de Uberlândia - Edição de 1º a 7 de dezembro de 2010
Versão em pdf AQUI
Site da Gazeta AQUI

segunda-feira, novembro 29

sexta-feira, novembro 26

SOS Cerrado

Preserve o pouco que resta de nosso cerrado urbano. Vai construir? Criatividade arquitetônica acima de tudo. Salve a Mama-cadela, a Sucupira, o Araticum, o Jatobá, a Colher de vaqueiro, a Caviúna, ou outra árvore nativa que estiver em seu terreno. Plante mudas do cerrado onde puder, raras jóias. Colha sombra, canto de pássaros, frutos e paz de espírito.




Logo SOS Cerrado de SOS Cerrado Bauru

Plante uma Muda!

Ajude a salvar nossas florestas! Plante uma muda em: www.clickarvore.com.br
Também show your Support: Plante uma Muda!, add a #twibbon to your avatar now! - http://twb.ly/bd47Jf

quinta-feira, novembro 25

Silêncio

Foto da web

Uma semana de silêncio. Assim que acordar retomo, que sono...

sexta-feira, novembro 19

Máximas



Recebi de Cláudia

"Calorias são pequenos vermes inescrupulosos que vivem nos guarda-roupas, e que a noite ficam costurando e apertando as roupas das pessoas."

"Calculei meu IMC e constatei que minha altura está 20 cm abaixo da ideal."

"As melhores crianças do mundo são as japonesas. Estão a 20 mil quilômetros de distância e quando estão acordadas eu estou dormindo."

"O amor não é aquilo que te pega de surpresa e te deixa totalmente sem ar. O nome disso é asma."

"O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez."

"O amor não torna as pessoas mais bonitas. O nome disso é álcool."

quinta-feira, novembro 18

Ritual doméstico


Entra ano sai ano e lá estão elas. É só um trovejar mais forte, um marejar de chuva e lá estão elas, fiéis e solidárias.
Causam incomodo é claro, pois vira um corre/acode de arrastar os mesmos móveis, um colocar de panos no chão e um eterno esperar para ver se não deram crias, se não se multiplicaram como nos é determinado: não apenas crescei, mas multiplicai - vos. Até que essas estão batendo firme na lei divina. Não aumentam, não diminuem. Sentem-se eternas e, portanto, já perpetuadas. Assim perde-se qualquer sentido darwiniano de preservação. Não há necessidade de deixar descendentes.

O interessante é que, de certa forma, se torna fácil livrar-se delas. O problema, e que problema, é que elas dependem da chuva para existir. Quando está a chover, não se pode mais controlá-las, pois, aí sim, o simples pode tornar-se calamitoso, posto que só se pode realmente resolver definitivamente o destino delas durante a estiagem. Aí vem outro dilema. Como não as vemos ou sentimos nessa época, delas esquecemos completamente e a vida segue seu curso seco, indiferente.

Se esquecemos, não tomamos providências e, assim, usando desse tinhoso expediente elas vão marcando presença em nossas vidas. Transformando-se em marcadores ajustados do passar do tempo, mais pontuais do que qualquer relógio atômico.

Pausa no texto. Além de maquita na construção ao lado, sou brindado nesse exato momento por famigerado carro de som anunciando preço baixo de alguma coisa que, por hábito, faço questão de não ouvir. Mas espere, está dando volta no quarteirão, deixa ajustar os ouvidos para saber do que se trata. Caspita! Só porque resolvi lhe dar atenção mudou de rumo e desceu aos protegidos condomínios do bairro.

A maquita, frenética em seu falsete de dupla sertaneja, continua em segunda voz. Já acostumei e, como uma amiga resumiu: tudo passa e logo poderemos desfrutar da presença de novos vizinhos. Aposto, mesmo de casa nova recém-construída eles também mais dia, menos dia, vão desfrutar de companhias parecidas como as nossas. É inevitável, faz parte do curso da vida além do mais, segundo uma teoria que ando a compor, e aqui falo aos sussurros para que elas não me ouçam, além de vida própria temo que sejam contagiosas, passando de casa a casa.

Não defini ainda em minhas especulações os mecanismos de transmissão, mas o mais provável é algum mecanismo quântico ou metafísico. Muito provavelmente receberei o prêmio Ignóbil se por acaso, por ventura ou por Tutátis, minha tese seja publicada. Não deixa de ser reconhecimento. Até o genial Galileu Galilei teve que se retratar!

Aliás, muito apropriadamente lá nos idos de 1612 ele nos legou seu “Discurso sobre as coisas que estão sobre a água ou que nela se movem”. O que aqui vivemos nada mais é do que uma “pequena” variação dos escritos do mestre da ciência. Basta que mudemos no título o “sobre” por “sob”. Pronto “Donec Papa” no caso, título. Resta escrever.

O tempo é o senhor da razão.

Também não há necessidade de desespero, pois até poéticas companheiras se tornam. Assim, ano a ano, vamos convivendo harmoniosamente com elas até que, em uma ou outra temporada de seca, me lembre de, finalmente, consertar o telhado.
E que atire o primeiro balde aquele que em sua casa nunca teve uma goteira.





Publicado no Jornal Correio de hoje veja AQUI

sábado, novembro 13

A caverna de Atacama




Platão nos legou o magnífico Mito da Caverna, encontrada no “A República”, livro 7. No Mito ou Alegoria, Platão coloca humanos a ver desde o nascimento apenas sombras projetadas à sua frente a ponto de tomá-las como as verdadeiras imagens do real. Viveriam uma realidade espectral e, assim, disforme seria a visão de mundo e de nós mesmos. Esta crítica à condição humana foi escrita há quase 2.500 anos atrás!

As imagens às costas daqueles que só sombras viam foram chamadas de ídolos. Nada mais existiria além delas, sobrando para a raça humana a mais pura e nada santa ignorância ou agnoia a tudo dominar.

Outro dia tivemos um “remake” contemporâneo do mito bem aqui perto, mais exatamente no árido deserto de Atacama, no Chile. Ali, durante 60 e tantos dias, 33 mineiros ficaram confinados a 700 metros em mina de cobre.

Resgatados diante de olhares do mundo todo, emergiram à luz não apenas homens magros e abatidos, não apenas trabalhadores de óculos escuros, roupas térmicas especiais. Saíram de cápsula - a pomposa Fênix 2, repleta de tecnologia de ponta, fabricada a toque de caixa pela Nasa - não apenas ídolos de um reality show mórbido e acidental, mas também frágeis criaturas e todas as suas sombras e fantasmas, cuja rotina individual aparentemente normal e sem graça foi abruptamente interrompida.

Nascimento de filho com transmissão direta, amante desconhecida, esposa revoltada, filhos a mentir para mães, falsas juras de casamentos, velho jogador de futebol sem expressão, e que, se agora tivesse idade, largaria o papel de motorista em tortuosas e estreitas vias subterrâneas para galgar lugar de honra na seleção chilena. A vida destes 33 homens foi dissecada à exaustão como corpo em aula de anatomia.

Vai virar filme em que o grande mote será a vida de cada um, o ficar lá engolido pelo deserto será apenas pano de fundo para tramas e rotinas pessoais dos homens da caverna, além, é claro, do heroísmo gringo na confecção da cápsula.

Aliás, já tem até nome: “Os 33 de San José”, ideia de produtora espanhola. Novamente, miséria e sofrimento humano gerando lucros.

Afinal, apenas contar sobre homens em um buraco e no escuro não teria muita graça. Assim, seria filme tipo Igmar Bergman ou Godard e não alcançaria o circuito comercial.

Passado o impacto do acontecido, findas as entrevistas, prêmios em dinheiro e viagens às ilhas gregas. A luz dos holofotes se apagará, empurrando almas de volta a sua vidinha operária de sempre. E aí, o quê restará? Pedra pura. Para empresas do entretenimento, certamente lucro gordo, para um mais esperto, quem sabe, alguns minguados trocados em direitos autorais. As minas possivelmente não vão aperfeiçoar seus sistemas de segurança como prometido. “Tudo como dantes...”

Infelizmente a volta à luz, diferentemente daquele retirado à força da caverna de Platão, que encontrou beleza na luminosidade de “Hélio, o Sol, que tudo pode, que tudo provê e vê” , não deve por Atacama ocorrer. A vida, ainda mais árida do que subterrâneo e deserto, se mostrará ainda mais escura e implacável.

Restará para muitos torcer por novo soterramento e providencial aparição da borboleta branca nas entranhas da terra como a novamente avisá-los que devem parar e aguardar nova mobilização mundial para resgatá-los da escuridão da condição humana, e de volta à fama.





Publicado no Jornal Correio AQUI

quinta-feira, novembro 11

Plágio III

Fui informado agorinha que mais um texto meu foi roubado pelo mesmo "jornalista" (plagiador crônico?) e está aqui ( fiz o Print screen da página como fui orientado e encaminhei para representação)

O meu texto original foi publicado no Jornal Correio em 25/09/2010 e pode ser visto AQUI

Não tem cabimento tais atitudes, e segundo me contaram e pude constatar, o blog do cara só tem coisa plagiada de várias pessoas principalmente de Uberlândia e, quase tudo roubado das páginas do nosso Jornal Correio. Que horror!

AQUI outro plágio. O texto "Salve-se quem puder" de Gustavo Hoffay Presidente Cons. Deliberativo Fund. Frei Antonino Puglisi publicado no Jornal Correio em 29-09-2010 foi copiado sem mudar me vírgilas, veja o original AQUI

E tem mais esse do qual já falei, copiado e publicado em jornal do norte de Minas

Meu original de 10 de maio de 2010 no Jornal Correio AQUI

O plágio no Jornal O Norte de Minas
AQUI publicado em 11 de junho de 2010

E AQUI a imagem do fato por segurança

Tem texto na web? É bom passar aqui http://deadlineneumarrodrigues.blogspot.com/ e ver se não tem nada seu, ou então use o caçador de plagiadores http://www.plagium.com este encontra o que é seu e quem está roubando.

Aqui está a Lei dos Direitos Autorais , plágio é crime http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L9610.htm

o site literário "Blocos online " colocou à nossa disposição excelente informções:

DIREITOS AUTORAIS
Tudo o que você queria saber e não sabia a quem perguntar

Vale a visita
www.blocosonline.com.br/literatura/servic/serdirau.htm

Famigerado plágio

Clique para aumentar e ver de perto as aberrações. Tirem suas próprias conclusões.
Só lembramdo: Meus textos estão registrados na Biblioteca Nacional, portanto...




Meu texto original está AQUI




Meu original de 10 de maio de 2010 no Jornal Correio AQUI

quarta-feira, novembro 10

Twitter

Via Beto Lansky, maravilhosa sacada de João Montanaro, chargista da Folha de S.Paulo